Gnose

Estes ensinamentos são para todos os jovens de idade e para todos os jovens de alma e coração. Para todos os autênticos rebeldes da causa do espírito. O ensinamento Gñóstico é rebelde como os jovens e sempre nos leva a fazer questionamentos como quem somos?De onde viemos?Para onde vamos? Acima de tudo, é revolucionário, pois nos propõe transformações. Gnose vem da palavra grega "Gnosis". Em latim transformou-se em "COGNOCERE", ou seja CONHECER. Em filosofia, Gnose assume o conceito de "ciência superior aos conhecimentos comuns" ou conhecimento profundo e abrangente de tudo o que existe. Este conhecimento vai do infinitamente pequeno ao infinitamente grande, e encontra-se em todo o ser humano, aguardando o momento de ser desperto. "Se queres saber quem tu és, porque existe e para onde vais, encontrarás a resposta dentro de ti mesmo". Se por ventura quiseres saber quem é Deus, descubra-o nas entranhas de tua natureza interior e oculta". Não podemos ficar esperando respostas de outras pessoas, visto que a verdade não pode ser descrita, mas sentida e vivenciada. Este conhecimento não pertence a algumas pessoas específicas, mas é inerente a cada um de nós; é acessível a todos que buscam e amam desinteressadamente a verdade. Para isso se faz necessária a utilização de um princípio de comprovação direta da verdade, de onde se extrai todo o conhecimento> Este princípio está na prática dos três fatores da Revolução da consciência, a saber: 1) MORRER - É a morte do "eu", do ego (ira, inveja, medo, luxúria, cobiça, orgulho...) que engarrafa e aprisiona nossa consciência, nossa alma, rica em sabedoria, amor e poder. 2) Nascer - É a transmutação de nossas próprias energias criadoras, para a regeneração das faculdades psíquicas perdidas e a criação dos veículos transcendentais internos, como os corpos astral, mental e causal... 3) SACRIFÍCIO PELA HUMANIDADE - É a entrega do conhecimento gnóstico, sem nenhuma distinção e sem fins lucrativos. Todo o indivíduo deve aprender a ajudar a humanidade, para poder atrair os benefícios ocultos que a natureza nos reserva. Ó HOMEM! CONHEÇA-TE A TI MESMO E CONHECERÁS O UNIVERSO E OS DEUSES.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014



A Revolução da Dialética


O monoteísmo conduz sempre ao antropomorfismo - idolatria dando origem, por reação, ao ateísmo materialista, por isto preferimos o politeísmo.
Não nos assusta falar sobre os princípios inteligentes dos fenômenos mecânicos da natureza, ainda que os qualifiquem de pagãos.
Somos partidários de um politeísmo moderno fundamentado na psicotrônica .
As doutrinas monoteístas conduzem, em última síntese, à idolatria. É preferível falar dos princípios inteligentes que jamais conduzem ao materialismo.
O abuso do politeísmo conduz por seu turno, por reação, ao monoteísmo.
O monoteísmo moderno surgiu do abuso de politeísmo.
Na Era de Aquário, nessa nova etapa da Revolução da Dialética, o politeísmo deve ser esboçado psicologicamente de uma forma transcendental; ademais, deve ser divulgado inteligentemente.
Há que se fazer uma divulgação muito sábia com um politeísmo monista, vital e integral. O politeísmo monista é a síntese do politeísmo e do monoteísmo... A variedade é unidade.
Na Revolução da Dialética, os termos bem e mal não são empregados, assim como os de evolução e involução, Deus ou religião.
Nestes tempos caducos e degenerados são necessárias a Revolução da Dialética, a Autodialética e uma Nova Educação.
Na era da Revolução da Dialética, a arte de raciocinar deve ser dirigida diretamente pelo Ser para que seja metódica e justa. Uma arte de raciocinar objetiva produzirá uma mudança pedagógica integral.
Todas as ações da nossa vida devem ser o resultado de uma equação e de uma fórmula exatas para que possam surgir as possibilidades da mente e as funções do entendimento.
A Revolução da Dialética tem a chave certa para criar uma mente emancipada, para formar mentes livres de condicionamentos e livres do conceito de opção; unitotais.
A Revolução da Dialética não se constitui em normas ditatoriais da mente.
A Revolução da Dialética não procura atropelar a liberdade intelectual.
A Revolução da Dialética quer ensinar como se deve pensar.
A Revolução da Dialética não quer enjaular ou encarcerar o pensamento.
A Revolução da Dialética quer a integração de todos os valores do ser humano.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

quinta-feira, 25 de abril de 2013

"Tudo é possível para aquele que acredita"
Jesus, O Cristo
(c. 5 A.C - c. 30 D.C.)
"A mente é um inimigo para aqueles que não a controlam"
Antigo Texto Hindu

domingo, 17 de abril de 2011


O homem em sua ignorância para com Deus torna-se responsável por suas desditas, esquecendo-se que cada um tem o que merece e que o homem é filho de suas obras.

Enfermamos não por causa de obra ou força estranha, mas por nossos próprios erros.

sábado, 16 de abril de 2011

Campos Santos

Por estranho que a muitos pareça, nos cemitérios há salões de magia negra situados no plano astral. Esses tétricos salões aspiram toda a podridão do campo-santo e os magos negros usam para os seus infernais propósitos todos os horríveis elementos do cemitério. Existe no ambiente astral dos cemitérios muitos vampiros astrais que se nutrem das emanações cadavéricas e das podridões; esses vampiros são utilizados pelos magos negros para causar dano aos seus odiado inimigos. Como a terra inspira e expira como nós, os cemitérios se constituem em grandes focos de infecção para as cidade. Deles saíram as grandes pestes, o tifo, a varíola e toda espécie de epidemias. A terra do cemitério inspira oxigênio e exala epidemias. Os cientistas já comprovaram que a terra inspira e exala, logo estas nossas afirmações são rigorosamente científicas. Chegou a hora de as autoridade da higiene e da saúde pública estabelecerem os fornos de cremação no lugar de cemitérios. Os enlutados estabelecerão altares em suas casas, onde porão as cinzas de seus entes queridos em belos e formosos cofres. Nessas cinzas se manterá os laços entre ascendentes e os descendentes. Nos salões de magia negra dos cemitérios, os magos negros de verdadeiros enxames de entidades perversas e de átomos malignos para realizar as sua operações tenebrosas. Esses magos negros põem a trabalhar sob as sua ordens a milhões de almas pervesas, cujos corpos foram enterrados no cemitério. Tudo isto faz com que esses locais não somente sejam focos de epidemias físicas, como também focos de epidemias morais. Cada átomo é um trio de matéria, energia e consciência, isto é, cada átomo é uma inteligência atômica. Por isso, os átomos dos criminosos e malvados enterrados nos cemitérios constituem verdadeiros focos de epidemias morais. Esses átomos que respiramos nos cemitérios, penetram em nosso organismo e formam suas colônias de maldade no espaço que separa o sistema objetivo de nosso sitema secundário ou Grande Simpático. Essas colônias falseiam nossas mentes e flutuam invisivelmente em nossa atmosfera astral e ali permanecem infeccionado-a como uma epidemia moral ou como inteligências que nos incitam a todo tipo de maldades. Em tempo chuvoso, essas colônias de átomos malvados são mais facilmente recebidas. Os campos-santos são verdadeiros infernos de maldade, pranto e podridão. Os corpos etéricos dos mortos flutuam ao redor das tumbas como esqueletos ou espectros horríveis, constituindo-se numa fonte de horror espectral para as almas atraídas por seus corpos físicos em estado de decomposição. Os corpos etéricos vão se decompondo simultaneamente com os cadáveres e assumem a aparência de horríveis espectros. Os tenebrosos dos salões de magia negra usam esses espectros para apavorar as almas dos desencarnados e até para assustar os vivos. São inúmeros os casos de aparições espectrais que através dos tempos têm se verificado, apesar da já costumaz burla dos cronistas: Ninguém pode saber nada do telhado para cima; ou esta outra: Ninguém sabe do outro mundo porque ninguém foi lá, só têm valor entre os ignorantes.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Tratado de Psicologia Revolucionária

Qual é o objetivo real de nossa existência? Para que estamos aqui? Por quê?
Isto é algo que devemos elucidar com claridade meridiana; isto é algo que devemos sopesar, analisar, julgar serenamente.
Vivemos, no mundo, com que objetivo? Sofremos o indizível para quê? Lutamos para conseguir isso que se chama pão, agasalho e abrigo e, depois de tudo, o quê? Em que ficam todos os nossos esforços? Viver por viver, trabalhar para viver e logo morrer, é, acaso, algo maravilhosos? Em verdade, amigos, faz-se necessário compreender o sentido de nossa existência, o sentido do viver.
Há duas linhas na vida: a uma delas poderíamos chamar horizontal, a outra, vertical. Elas formam uma cruz dentro de nós mesmos, aqui e agora, nem um segundo mais adiante, nem um segundo mais atrás. Necessitamos objetivar um pouco estas duas linhas.
A horizontal começa com o nascimento e termina com a morte; ante cada berço existe a perspectiva de um sepucro, tudo o que nasce deve morrer. Na horizontal estão todos os processos do nascer, crescer, reproduzir-se, envelhecer e logo morrer. Na horizontal estão os vãos prazeres da vida: licores, fornicações, adultérios, etc. Na horizontal está a luta pelo pão de cada dia, a luta por não morrer, por existir sob a luz do sol. Na horizontal estão todos esses sofrimentos íntimos da vida prática, do lar, da rua, do escritório, etc. Nada maravilhoso pode nos oferecer a linha horizontal.
Mas, existe outra linha totalmente diferente; quero referir-me, de forma enfática, à vertical. Esta é interessante. Nela encontramos os distintos níveis de Ser; nela estão os poderes transcendentais e transcendentes do Íntimo; nesta vertical estão os poderes esotéricos, os poderes que divinizam, a Revolução da Consciência, etc. Com as forças da vertical nós podemos influir decididamente sobre os aspectos horizontais da vida prática; podemos mudar, totalmente, nosso próprio destino, fazer de nossa vida algo diferente, algo distinto e passarmos a ser algo totalmente distinto do que fomos, do que somos, do que temos conhecido nesta amarga existencia. A vertical é, pois, maravilhosa, revolucionária por natureza; porém, necessita-se ter um pouco de inquietudes.
Antes de tudo, pergunto-me e pergunto a todos: Estamos, acaso, contentes com o que somos? Quem de vocês sente-se feliz, no sentido mais completo da palavra?...

domingo, 14 de novembro de 2010

Baseado em obras de grandes Mestre do Esoterismo Genuíno como V.M.Samael Aun Weor e V.M. Rabolú entre outros.